Sai correndo bem devagar e coloquei o silencio em meus pés
E comecei a observar as fotos da janela que ficava para traz
De repente meus pés gritaram alto
E não consegui cerrar seus lábios e a medida que lembrava da janela mais alto eles gritavam.
Foi então que percebi que eles gritavam desesperadamente
Para viver novamente
Aquele momento da janela
Que tanto se anela
Gargalhadas se dissipavam no espaço
Ao regresso que faria naquele lugar
Com um sorriso de aço
Meus pés deslizavam sem parar
Janela ingrata que me mostra seus sorrisos
Que me encanta com suas caricias no olhar
Meus pés não conseguem se afastar
Mas que prefiro correr os riscos
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